Não, com certeza não. Desconsidera a infeliz brincadeira desse título. É fato que os efeitos da crise já estão incorporados no dia-a-dia de diversos países de primeiro mundo. Mas o que me trás aqui hoje, é para falar sobre o efeito psicológico causado pela mídia e os meios de comunicação. Diariamente assistimos na Tv, lemos em Jornais e Revistas, ouvimos no Rádio que o Dollar aumentou, que a Bovespa caiu x%, que fabricas fecharam as portas para circular os estoques, empresários evitando investimentos de risco temendo perder dinheiro, o governo investindo bilhões para estimular o consumo, o Banco central vendendo Dollares para tentar baixar o preço da moeda americana, enfim, diversas coisas que assustam até os estudiosos do assunto mais otimistas, imagina então os leigos.
Porém, é fato também que a crise não chegou no Brasil com toda a força que possui, nem nos grandes centros, o que dizer então do interior do interior do interiorzinho do nordeste do país. As pessoas continuam consumindo as mesmas coisas, frequentando os mesmos lugares, presenteando as mesmas pessoas, e por incrível que pareça, gastando a mesma quantia em dinheiro. Incrível porque essas mesmas pessoas lamentam diariamente a crise econômica mundial, afirmam que nunca passaram por tamanha "necessidade". O tema virou assunto cotidiano de bares, restaurantes, lojas, praças, pontos de encontro, e bate-papo em calçadas do interior cearense do Brasil. Todos discutem o mesmo tema, pedindo aos céus que os ventos ruins passem logo, apesar de viverem mediocremente da mesma maneira (economicamente falando). Então penso eu, seria isso reflexo desproporcional do bombardeio de informações lançadas pela mídia? Ou será que isso é um problema cultural do cearense que adora reclamar da situação em que vive, apesar de que essa situação continua a mesma durante anos? E que apesar da constância, o que seria um ponto ruim economicamente falando, não fazem nada para mudar esse quadro a não ser reclamar uns com os outros.
Talvez eu tenha uma visão distorcida da realidade do interior do ceará (que é onde vivo atualmente), e me perdoe caro leitor se eu estiver ignorantemente enganado, mas é exatamente isso o que observo no dia-a-dia dessas pessoas.
Exagero ou não, da mídia ou da população, ainda não senti de verdade os efeitos da crise econômica na renda da minha família.
Porém, é fato também que a crise não chegou no Brasil com toda a força que possui, nem nos grandes centros, o que dizer então do interior do interior do interiorzinho do nordeste do país. As pessoas continuam consumindo as mesmas coisas, frequentando os mesmos lugares, presenteando as mesmas pessoas, e por incrível que pareça, gastando a mesma quantia em dinheiro. Incrível porque essas mesmas pessoas lamentam diariamente a crise econômica mundial, afirmam que nunca passaram por tamanha "necessidade". O tema virou assunto cotidiano de bares, restaurantes, lojas, praças, pontos de encontro, e bate-papo em calçadas do interior cearense do Brasil. Todos discutem o mesmo tema, pedindo aos céus que os ventos ruins passem logo, apesar de viverem mediocremente da mesma maneira (economicamente falando). Então penso eu, seria isso reflexo desproporcional do bombardeio de informações lançadas pela mídia? Ou será que isso é um problema cultural do cearense que adora reclamar da situação em que vive, apesar de que essa situação continua a mesma durante anos? E que apesar da constância, o que seria um ponto ruim economicamente falando, não fazem nada para mudar esse quadro a não ser reclamar uns com os outros.
Talvez eu tenha uma visão distorcida da realidade do interior do ceará (que é onde vivo atualmente), e me perdoe caro leitor se eu estiver ignorantemente enganado, mas é exatamente isso o que observo no dia-a-dia dessas pessoas.
Exagero ou não, da mídia ou da população, ainda não senti de verdade os efeitos da crise econômica na renda da minha família.
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